Aí está, finalmente um bom instrumento de trabalho para nós camionistas

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 Ainda não o testei, mas parece-me uma ferramenta útil.
A cartografia específica para camião ainda só está disponível para Alemanha, Reino Unido e França, mas já é muito bom! O preço é que... (399,00 €) mas quando uma ferramenta é boa...

GARMIN - nüvi 465T Europa
O nüvi 465T é o primeiro GPS desenhado para a indústria de profissionais de camionagem que dará informações de navegação de acordo com o tipo de camião, a carga que transporta e as dimensões/peso do mesmo. Em navegação, o nüvi 465T, dará informações sobre as estradas em que o camionista vai conduzir e avisos para tornar os condutores mais conscientes de possíveis perigos ao longo do percurso, como curvas apertadas, subidas íngremes e estradas estreitas.
luis braz













Passou-se na EUROPA!
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ABRAÇO de DOMINGO







Um abraço do tamanho do mundo!.


O Abraço de Domingo tem a duração de quatro horas, e é um espaço didáctico e lúdico. Damos eco à boa música Portuguesa, cuidadosamente escolhida, e não descuramos a nossa língua, lembrando, numa crónica semanal, os quês e porquês das frases populares.

Com a colaboração de Maria José Dionísio e das editoras portuguesas, faz-se em cada semana uma sugestão de leitura e oferece-se, quatro títulos.

As efemérides mais importantes do dia são lembradas, não da forma comum, mas repondo à sua volta os factos da época.

Uma conversa de vez em quando traz ao Abraço de Domingo figuras interessantes de todas as actividades, numa conversa aberta e franca, onde tudo se aprende.


A presença dos ouvintes tem no Abraço de Domingo um imprescindível ponto de encontro. Aqui se revelam vidas diferentes, cheias de dura experiencia.

No Abraço de Domingo repõem-se os factos da actualidade mais salientes da semana e que possam ter interesse para a diáspora, numa Revista da Semana editada por Eduardo Fidalgo, jornalista da Editoria Comunidades.





A equipa em estúdio é constituída por Fernando Ferreira e Mário Marques.





O tempo passa depressa … O resto só ouvindo e ficando fã!

Esbjerg - DK Mar do Norte Immingham - UK

Aqui embarcam diariamente para o Reino Unido, cerca de 200 trailers com produtos da Dinamarca e do Schleswickholstein (Alemanha).
Aqui, o cais da DFDS-DSV e ferrys em
Esbjerg DK
                        Clique no link e veja (via satélite) o nosso porto em Esbjerg, onde se vêm dois ferrys da empresa. também a rua indicada, é uma rua privada da DFDS-DSV

 http://maps.google.pt/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-PT&geocode=&q=grimsbyvej+6700+Esbjerg+dinamarca&sll=55.460171,8.389177&sspn=0.02258,0.0842&ie=UTF8&hq=&hnear=Grimsbyvej,+6700,+Esbjerg,+Dinamarca&ll=55.462148,8.435199&spn=0.001411,0.005262&t=h&z=18&iwloc=A

José Candeias na Antena 1


                                                                                                          JOSÉ CANDEIAS
                                                      Antena 1
Acompanhe este Grande Comunicador das 5:00 às 7:00 de segunda a sexta
                                Clique no link para acompanhar
                http://ww1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=1

Nova ponte sobre o Báltico

Será a maior da Europa




Projecto para 2018


Dinamarca e Alemanha unidas por uma ponte de 4.300 milhões


O Parlamento dinamarquês aprovou, esta quinta-feira, o projecto de construção de uma ponte de 20 quilómetros que atravessará o estreito de Femern, no Mar Báltico, unindo a Dinamarca e a Alemanha em 2018


A ponte, que será a maior da Europa, vai aproximar a ilha alemã de Femern à dinamarquesa Lolland, a sul de Copenhaga. Terá uma dupla via ferroviária, auto-estrada com quatro faixas e será financiado pelas portagens, segundo o acordo assinado pelos dois países a 3 de Setembro de 2008.


Além disso, a ponte vai permitir a ligação por terra da Alemanha à península da Escandinávia, através da ponte de Oresund, que já une Copenhaga com a cidade sueca de Malmo.


O projecto inclui a construção de um novo lance de via de 119 quilómetros entre Ringsted e Robdy, a sul de Copenhaga, e outro de 89 quilómetros entre as cidades alemãs de Puttgarden e Lubeck.


O Ministro dos Transportes dinamarquês, Lars Barfoed, considerou a decisão do Parlamento histórica, uma vez que unirá os países nórdicos e com eles a Dinamarca ao resto do continente.


Deputados de vários partidos da oposição lembraram a Barfoed que a península da Jutlândia, onde vive quase metade dos dinamarqueses, faz parte do continente.


O custo estimado da ponte eleva-se a 32 mil milhões de coroas dinamarquesas (4.300 milhões de euros), que serão totalmente financiados pela Dinamarca, aos quais terão que ser acrescentados mais oito mil milhões de coroas dinamarquesas (1.100 milhões de euros) para obras complementares.


A Alemanha vai suportar apenas o custo da nova via ferroviária até Puttgarden, orçada em 940 milhões de euros.


A nova ponte vai reduzir em 160 quilómetros a rota entre Copenhaga e Hamburgo para o transporte de mercadorias por comboio, que deverá aumentar 50% até 2025.


As obras devem começar em 2012.

Luis Braz

É Necessário Justo e Democrático parar os veículos industriais nos domingos e feriados nalguns países?





Vejamos primeiro os países onde essa proibição não existe, por exemplo: Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Holanda, Bélgica etc. a economia rola em todos os sentidos. Não há atropelos á liberdade de quem pode e quer trabalhar mesmo que seja com um camião. Quem circula de automóvel não se sente incomodado, pois está mentalizado que os camiões transportam os seus bens de consumo, e por isso os camionistas são considerados pessoas gratas.

Vejamos e analisemos dois países de entre outros onde essa proibição é drástica, impiedosa e até abusiva.

França
Aqui neste país, nalguns casos é o Perfeito da região que decide a proibição conforme a sua apatia pelos camiões; bom mas falo da proibição normal, aquela de um domingo ou feriado. Em França, a interdição de circulação de camiões começa às 22:00 da véspera do feriado e vai até às 22:00 do dito feriado. Mas se acontecem dois feriados seguidos, por exemplo: domingo e segunda, aí as coisas complicam-se. Como em alguns países limítrofes não há proibição (Bélgica, Reino Unido, Espanha) e noutros o feriado não é simultâneo, não queiram nem saber a bagunça que existe com os camiões na entrada em França no final desse período.

Agora falo da hipocrisia dos nossos dirigentes políticos comunitários; apregoam a necessidade da diminuição da sinistralidade rodoviária, em especial nos veículos pesados. Em que condições físicas e psíquicas está um condutor que foi obrigado a parar durante o dia e que pelo seu ritmo biológico não conseguiu dormir e agora tem que começar com uma gincana, e fazer de noite o trabalho que foi impedido de fazer durante o dia? Será democracia reter esses homens e mulheres para que quem passeia o possa fazer sem os camiões? Esses homens e mulheres também têm família que os espera dessa viajem, é justo retê-los? Se eles “empatam” durante o dia, depois não “empatam” quem tenha que viajar de automóvel durante a noite e leva com aquela gincana de camiões de uma assentada?

Fala-se de uma crise, e é efectivamente uma triste realidade; mas se obrigamos a parar uma indústria em tempo de crise, ela torna-se ainda mais penalizadora. Os camiões são uma indústria que movimenta uma grande parte da nossa economia. Quando escrevo estas linhas, é dia 11 de Novembro dia feriado em França, e mais uma vez, paragem! São três dias de paragem esta semana para aqueles que para além disso tiveram que parar as tais 45 horas bissemanais (outra asneira).
Agora falo das condições em que e onde essas paragens são feitas. Devido ao volume de camiões e ao fraco poder económico dos condutores que vêm constantemente os seus salários diminuídos, as concessionárias das áreas de serviço, negam por vezes certos serviços básicos de higiene, tais como as toilettes, duches e até uma simples bilha de água. Assim são tratados aqueles trabalhadores que o maior defeito que tem é não serem unidos, porque se fossem… a sua situação não seria esta certamente! Imaginem uma paragem dos transportes durante uma semana!
As recentes normas instituídas no que toca aos horários de trabalho, vieram por fim a alguns abusos neste campo, e estou em parte de acordo com elas, mas digo; só em parte e explico porquê:
Com a chegada da nova geração de tacógrafos electrónicos digitais, torna-se fácil verificar e controlar o cumprimento dos períodos de descanso diário e semanal.
Ora onde eu não estou de acordo é na obrigatoriedade de “gozar” o período de descanso semanal onde ele coincide, que como acima vimos, pode ser num parque sem as condições mínimas de higiene e longe das famílias. Para os motoristas da Europa Central e que se deslocam num raio de 1000 kilómetros, não há problema pois conseguem passar o fim de semana com a família. Mas aqueles que têm as suas origens nas periferias, por exemplo: Portugal, Espanha, Irlanda e países para oriente, como a Roménia, Bulgária e Grécia, ao abrigo destas normas, não conseguem!
Vejamos o trajecto dum motorista Português, que sai à sexta-feira de uma qualquer parte de Portugal e que se dirige à Suécia, terá que passar os seus períodos de descanso semanal, sempre fora de casa, isto é uma vez 24 horas e outra de 45 horas. Creio ter já a experiência suficiente par mostrar aos legisladores uma solução: as horas de repouso diário, está bem. Quanto ao descanso semanal, sairia de Portugal em direcção à Suécia e e regressava e as 24 mais as45 horas, serem descansadas no seu país de origem com a sua família. Com os novos tacógrafos isto é fácil controlar. Para além de valorizar a família, isto viria minimizar a disfunção psicológica dos condutore e se aliada a uma livre circulação nos dias festivos, então aí sim, haveria justiça, democracia e humanismo.
Disse acima que falaria de dois países onde a proibição existe, da França já falei e agora falo da Alemanha; mas poderia também falar da Áustria, onde a proibição começa ao sábado 15 horas e vai até domingo 22 horas e é claro nos feriados também.
Vou dar um exemplo de um camionista alemão que mora na zona de Flensburg e que ficou com o camião carregado sexta feira e terá que entregar a carga na zona de Estugarda na segunda às 6h00; como só pode circular a partir das 22h00 de domingo, e durante o dia não dormiu porque esteve com a família ou o seu ritmo biológico não o permitiu, inicia a viagem então as 22h00. Tudo normal no princípio mas chegadas as 2,ou 4 da manhã, começa a ver curvas onde é recto ou recto onde há curvas, e o acidente acontece. Nas informações de trânsito, a notícia: a auto-estrada A… está cortado devido a um acidente de camião.
Se este colega pudesse circular ao domingo livremente, certamente teria saído depois do almoço, teria dormido no caminho, e assim o acidente teria sido evitado.

lbr